
Lançado pela Prefeitura de Aracaju no último dia 4 de março, o Programa Jovem Aprendiz Municipal, coordenado pela Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), já começa a produzir impactos concretos na vida de jovens em situação de vulnerabilidade social. Nesta primeira etapa, 30 participantes foram inseridos no mercado de trabalho com carteira assinada e passam a vivenciar, simultaneamente, a formação teórica e a rotina profissional — um processo que já reflete no aumento da autonomia, no reforço da renda familiar e na construção de novas perspectivas de futuro.
O programa estrutura um caminho de desenvolvimento, voltado a jovens entre 14 e 18 anos incompletos e promove a inserção em secretarias e órgãos municipais, combinando prática no serviço público, acompanhamento formativo e acesso a direitos trabalhistas. A iniciativa também incorpora uma abordagem inclusiva, ao contemplar jovens neurodivergentes, que amplia as oportunidades de participação, crescimento e cidadania.
A presidente da Fundat, Melissa Rollemberg explica sobre planejamento e olhar voltados à inclusão dentro do programa. “Nós tivemos essa preocupação por conta do plano de governo da prefeita e por conta que a prefeita quer realmente que haja a inclusão, então fizemos todo um planejamento junto com a Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Semdef), junto com a Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), fomos em busca de associações como a CIDOWN para que a gente tivesse o maior número de pessoas com as variadas deficiências para que nós pudéssemos agregar o leque das pessoas que são portadoras de deficiências. E nós tivemos um número que supera o percentual que é colocado pela própria Constituição Federal e superamos a marca de mais de 8 meninos e meninas com deficiência dentro desse programa que é o primeiro, do programa do Jovem Aprendiz Municipal”.
Para a secretária municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Semdef), o programa é um marco histórico para a nossa capital, pois demonstra que a inclusão se faz com oportunidades reais. Ver jovens com deficiência e neurodivergentes ocupando espaços na administração pública, com carteira assinada e autonomia.
“Superar o percentual exigido por lei e garantir que esses meninos e meninas tenham sua primeira experiência profissional em um ambiente acolhedor e acessível mostra que a gestão da prefeita Emília Corrêa tem compromisso. Não estamos apenas oferecendo um primeiro emprego, estamos abrindo caminhos para que esses jovens descubram seus potenciais e exerçam plenamente sua cidadania. É um passo decisivo para construirmos uma Aracaju mais inclusiva”, enfatizou Camilla Feitosa.
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Assessoria de imprensa